Uma viagem de perdão, esperança, autoconhecimento e redenção, que atravessa mais de um século de segredos da mesma família.
João, recém-formado em culinária, retorna de Portugal durante o Natal para revolucionar a padaria da família, a “António & Benedito”, localizada no bairro da Mooca, em São Paulo (Brasil). Ao chegar, é recebido por uma crise: seu pai, Manuel, morre de infarto, a padaria está endividada e uma maldição, que remonta à Primeira Guerra Mundial, coloca em risco, não apenas a sua, mas também as almas das três gerações anteriores de padeiros de sua família.
A trama, narrada pelo fantasma de seu bisavô António – padeiro lisboeta, intelectual e ferrenho amante da cultura brasileira –, acompanha a luta de João, ao lado de sua mãe Maria, para salvar o negócio familiar, entender seu propósito de vida e quebrar a maldição, sempre orientado pelos espíritos (potencialmente) condenados que, embora mortos, têm personalidades vivas e marcantes.
Em meio às tramoias do ganancioso Luciano, principal fornecedor de insumos da Mooca, João embarca em uma viagem fantástica de perdão, autoconhecimento e redenção, que discute a importância social do trabalho e a ética na expansão empresarial, percorrendo mais de um século de segredos da mesma família, marcada por traumas, sonhos e, acima de tudo, esperança.
Olá, me chamo Caio Albahr
Paulistano, fã de broa de milho e gatos, investigo a vida na grande metrópole, sempre atrás do fantástico escondido na vida comum. Tenho como maiores inspirações José Saramago, Paulo Leminski, Jorge Amado e Gabriel García Márquez.
Sou um esperançoso irremediável. O mundo é um lugar complicado, muitas vezes duro conosco e, não raro, injusto, mas acredito piamente que temos força coletiva o suficiente para mudar isso – e a minha parte escolhi fazer com arte.
A literatura, para mim, é uma porta abstrata a qual atravessamos e que nos ajuda a enxergar a realidade como ela é. Assim podemos procurar tanto soluções pessoais como sociais. Claro, arte não pode ser apenas filosofia, sociologia ou qualquer outra “ia”; também deve ser objeto de prazer, entretenimento e um refúgio confortável para nossos corações.
“Li como quem sente cheiro de pão saindo do forno. Chorei, ri e fechei o livro com saudade da Mooca.”
“O fantasma do António é o narrador mais cativante que encontrei em anos. Uma delícia de melancolia e humor.”
“Healing fiction brasileira de verdade: tem afeto, tem ancestralidade, tem São Paulo pulsando em cada página.”
Depoimentos ilustrativos — serão substituídos por avaliações reais após o lançamento.
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